Membros do Bloomsbury… cultos, liberados, infelizes
Documentos divulgados na Inglaterra revelam a subversão intelectual e sexual do Grupo de Bloomsbury, que incluía Virgina Woolf
Dependendo da visão que se queira ter, eles foram um círculo fascinante de intelectuais ativos, talentosos e livres-pensadores ou um grupo de subversivos libertinos “que viviam em quadrados, mas amavam em triângulos”. O Grupo de Bloomsbury continua a suscitar fascínio até hoje, décadas depois da época em que seus membros se reuniam em casas elegantes para sexo e conversas espirituosas. Praticamente não se passa ano sem que seja lançado mais um livro que procure captar parte de sua história incomum. Agora acaba de sair a contribuição mais recente ao material sobre o grupo: milhares de páginas de correspondência e 30 álbuns de fotos pertencentes a duas integrantes do círculo, que acabam de ser liberados para uso público. As integrantes em questão são Rosamond Lehmann, figura famosa no cenário literário britânico do entreguerras, e a escritora de diários Frances Partridge, que viveu mais que todos os outros membros do grupo e continuou a escrever em seu diário praticamente até o dia em que morreu, seis anos atrás, aos 103 anos de idade. Embora os membros do Grupo de Bloomsbury fossem brilhantes e liberados, nem todos eram felizes.Clique aqui e veja quem é quem de Bloomsbury
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