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Cinema é caminho natural para séries

13 de fevereiro de 2010
2 min de leitura

“Leitores jovens gostam de fugir da realidade para se aventurar num universo de fantasia”, diz Rick Riordan

A partir de Harry Potter e a pedra filosofal (1997), a escritora inglesa J. K. Rowling lançou um total de sete romances (publicados no Brasil pela Rocco), tornando-se a primeira mulher bilionária da história da literatura. A cada nova edição da série – a conclusão veio com Harry Potter e as relíquias da morte, de 2007 -, leitores afoitos se acotovelavam nas livrarias ansiosos por saber o que aconteceria com o pequeno inglês que herdou poderes mágicos de seus falecidos pais. Mas J.K. Rowling não criou um novo gênero literário. O irlandês C.S. Lewis lançou, entre 1950 e 1956, sete livros sobre quatro irmãos que, durante a Segunda Guerra Mundial, descobrem uma passagem mágica num armário e são transportados para um reino de fantasia. Eram As crônicas de Nárnia (Martins Fontes). “Leitores jovens gostam de fugir da realidade para se aventurar num universo de fantasia. É mais divertido ler sobre pessoas fazendo coisas incríveis como conjurar feitiços e cavalgar dragões do que sobre atividades mundanas como ir para a escola. É bacana, de vez em quando, se imaginar como alguém diferente”, afirma o professor e escritor americano Rick Riordan, autor da série Percy Jackson, em entrevista ao Globo.

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