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De volta ao presente

04 de fevereiro de 2010
1 min de leitura
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Autora trata da maturidade das mulheres como um período que não deve ser desperdiçado

A perspectiva de uma vida mais longa nem sempre corresponde ao melhor aproveitamento do tempo. Quem defende a tese é Suzanne Braun Levine, autora de A reinvenção dos 50 – Lições para mulheres na segunda adolescência (Rocco, 192 pp., R$ 32,50 – Trad.: Maria Clara De Biase Fernandes). A escritora trata da maturidade como o período a não ser desperdiçado em uma luta inócua pela busca da juventude. Ela própria constatou que a maioria das mulheres que passou pelo que denomina de “segunda adolescência” – a época entre os 40 e 60 anos de idade – não quer voltar ao passado. O que fazer com o resto de sua vida é uma questão comum mesmo para as mulheres que continuam trabalhando depois da aposentadoria, lembra a autora, que não se dirige somente às que se dedicaram a cuidar de filhos e maridos, mas também às que fizeram carreira profissional.

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