Quase bons companheiros
Roger Ebert traça paralelo entre sua carreira na crítica e a filmografia de Martin Scorsese
Finalizando um documentário sobre o beatle George Harrison para lançar até dezembro, Martin Marcantonio Luciano Scorsese se dedica neste início de 2010 a promover a estreia de “Ilha do medo” (“Shutter Island”), adaptação do romance de Dennis Lehane editado aqui em 2005 como “Paciente 67”. O thriller chega ao Brasil no dia 12 de março. Até lá, o mergulho de Scorsese na literatura policial de Lehane já terá sido devidamente dissecado pelo mais fiel analista da obra do cineasta, o crítico Roger Ebert. E sua análise promete o mesmo encanto que fez da coletânea Scorsese by Ebert (University Of Chicago Press, 320 pp., US$ 16) um dos livros de cinema mais procurados da atualidade nos EUA. Nele, Ebert revê a história cinematográfica americana – e sua própria contribuição à reflexão audiovisual – a partir de suas resenhas sobre 26 longas rodados por Scorsese.
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