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Furtos de livros são corriqueiros e representam perdas de até 4% no ano para o setor de livrarias do País
Apesar do arsenal de câmeras e alarmes, o furto de livros é corriqueiro nas livrarias do País. A Associação Nacional de Livrarias (ANL) estima que os furtos representem um prejuízo de até 4% para o setor, em um mercado que movimentou R$ 1,9 bilhão de reais só em 2009. “A coisa é tão séria que as livrarias hoje usam sistemas sofisticados de vigilância”, avalia Vitor Tavares da Silva Filho, presidente da ANL. A partir de dados oficiais da Fnac e da livraria Loyola, além de enquete com outras seis livrarias do eixo Rio-São Paulo, a Folha chegou a uma estimativa dos principais alvos dos ladrões de livros. No último semestre, o livro mais roubado no país foi o best-seller juvenil Lua nova, de Stephenie Meyer. A ausência de um perfil definido torna difícil apontar suspeitos. Na livraria, todos são clientes, até que soe o alarme.
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