Natal é um livro aberto
Um dia pelas maiores livrarias da cidade mostra que essa história de que brasileiro não lê é balela
Amigo secreto não tem segredo. Seja na empresa ou na família, as regras são sempre as mesmas: lembrancinhas relativamente baratas, fáceis de encontrar e com poucas chances de desagradar o sorteado. Sendo assim, as livrarias, reduto daqueles que gostam de pensar, transformam-se, no mês de dezembro, no lugar perfeito para quem não quer pensar muito. “Livro não tem erro”, diz a farmacêutica Priscila Georgetti, 26 anos, flagrada com uma listinha de presentes nas mãos. Nas maiores livrarias da cidade, a proximidade do Natal já fez o movimento das lojas dobrar. Em horário de pico (das 18h às 20h), mega-stores como a Saraiva e a Livraria Cultura ficam congestionadas por causa dos leitores e dos participantes de amigos secretos. Não é raro ouvir perguntas do tipo “tem aquele livro dos vampiros?”, “onde estão os livros espíritas?” ou “cadê o último da Zíbia?”. Click aqui e confira a relação dos mais vendidos e dos mais folheados nas livrarias.
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