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Ele chegou. E não morde

09 de novembro de 2009
2 min de leitura
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Mais conhecido pelo nome de e-reader, o leitor eletrônico fez estreia na feira em debate sobre novas tecnologias

O que acontece quando sua mãe lê um e-book? Algo parecido com o que acontecia quando sua bisavó andava em carro a motor ou quando sua avó trazia para casa o primeiro aparelho de TV: o mundo está girando. Essa foi a ideia central da mesa redonda “Quando sua mãe lê um e-book, é sinal que algo mudou”. O encontro, no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, na Praça da Alfândega, junto a Feira do Livro de Porto Alegre, tratou da transformação sofrida pela cultura da leitura sob o impacto das novas tecnologias. Tudo por conta da chegada dos livros digitais. Os aparelhos que armazenam virtualmente obras literárias inteiras são a nova febre de quem gosta de tecnologia e de literatura. Não por acaso, a estrela do encontro não foi nenhum dos participantes, mas um pequeno aparelhinho um pouco maior que um iPhone: um Sony reader – visualizador eletrônico de textos. Com a mesma empolgação da novidade chegam algumas preocupações: estaremos assistindo ao fim do livro impresso? Livro digital é de graça? Como ficam os direitos autorais dos escritores? Vale a pena incluir novos recursos?

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