Era um erudito que gostava dos Stones e do Pink Floyd
Impressionado, ele decorou várias falas do filme The Wall
Jorge Luis Borges era fascinante não apenas como escritor, mas também pelas predileções heterodoxas. “Ele se sentia vitalizado pela música de Pink Floyd e Rolling Stones, que transmitia uma força que o tango sentimental e chorão não o fazia sentir”, contou Maria Kodama, viúva e herdeira do escritor, à rede Deutsche Welle, durante a Feira de Livros de Frankfurt, ocorrida há duas semanas. “Borges até decorou diversas falas do filme The Wall, pois se impressionava com a enorme força das canções.” Kodama participou da apresentação da Argentina como país convidado à edição de 2010 da feira, na qual Borges despontou como um dos grandes nomes da cultura nacional, encarnando a identidade argentina de raízes europeias. Ela também acompanhou o lançamento de um atlas relativo à obra do escritor.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta
