Garimpeiros dos livros
No Dia Nacional do Livro, nada melhor do que conhecer as histórias de pessoas que atuam pela difusão da leitura no País
Hoje é comemorado o Dia Nacional do Livro, e nada melhor que conhecer as histórias reais de pessoas que, de maneira voluntária, fazem chegar os livros à população que não tem acesso a eles. Existem os garimpeiros do livro, forma que o deputado Marcelo Almeida (PMDB- PR) caracterizou as pessoas que abraçam a causa para despertar o gosto pela leitura. É o caso de alguns professores e alguns caciques de uma biblioteca da aldeia xavante Semente Viva, de Campinápolis, em Mato Grosso. Preocupados com a alfabetização do povo indígena, trilharam o “Caminho da Leitura”, e acabam de comemorar seu fruto com o reconhecimento do Prêmio Vivaleitura. Otávio de Souza Jr., do Rio de Janeiro, morador de uma faixa pobre carioca, criou a biblioteca móvel, democratizando a leitura para todos, com o “Ler é 10 – Leia Favela”. Já Andréia Aparecida Leal garimpa poesia pelas ruas de Mariana, em Minas Gerais. “A Poesia Bate à sua Porta” foi vencedora na categoria Sociedade no prêmio Vivaleitura.
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