Tradição à míngua
A agremiação tem como fonte de renda unicamente a anuidade cobrada de seus integrantes
A Academia Rio-Grandense de Letras tem em comum com sua contraparte nacional, sediada no Rio, o número fixo de integrantes: sempre 40. A instituição gaúcha também é centenária: fundada em 1901, por nomes como Apelles e Aquiles Porto Alegre Sousa Lobo, Sebastião Leão, Paulino Azurenha e Alcides Maya, fechou e foi reaberta em 1910. A agremiação rio-grandense tem como fonte de renda unicamente a anuidade cobrada de seus integrantes – R$ 300 por acadêmico. Até 2008 era R$ 250. A academia se reúne semanalmente, nas tardes de quinta-feira, em sede própria, um imóvel comercial doado pelo Governo do Estado, composto basicamente de uma sala de reuniões e de uma biblioteca no 10º andar em um edifício da Rua dos Andradas. Publica anualmente uma revista literária
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