Pirataria de livro digital pode até beneficiar editoras
Estudo constatou que as vendas legais de títulos pirateados tiveram pico após o início da reprodução ilegal
As editoras de livros estão melhor equipadas para aproveitar a revolução digital do que a indústria da música estava uma década atrás, usando opções de venda e melhoria de seus produtos que as gravadoras não tinham. O comércio de livros está à beira de um grande aumento na demanda pelos livros eletrônicos, conduzido por aparelhos como o Kindle, da Amazon, e a distribuição on-line do Google. Até mesmo a pirataria poderá não ser um ameaça tão grande, segundo um estudo da consultoria Magellan Media. Por um ano, foram acompanhadas as vendas de 66 títulos da editora O´Reilly, em suas versões impressas e digitais. O estudo constatou que as vendas legais dos 21 títulos que foram pirateados tiveram um pico após o início da reprodução ilegal – sugerindo que certos nichos podem até se beneficiar da pirataria, por seu marketing gratuito. “Se isso está ajudando você, e não prejudicando, gastar dinheiro com a coerção é um custo desnecessário”, disse Brian O´Leary, consultor da Magellan.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta