Pianista, compositor, sacerdote e mulherengo
Biografia de Franz Liszt abre coleção dedicada a autores pouco conhecidos
Há compositores que, mesmo conhecidos do grande público, têm certa dificuldade em consolidar seus espaços nas salas de concertos. Sorte desses autores que eles sejam o que o crítico musical e jornalista Lauro Machado Coelho chama de “alguns de seus fetiches”. Franz Liszt é um deles e, com O cigano visionário: Vida e obra de Franz Liszt (Algol, 512 pp. R$ 60), que será lançado nesta quarta-feira, dia 14, na Saraiva Megastore Higienópolis (Av. Higienópolis, 618. São Paulo/SP. Tel.: 11 3662-3060), às 19h, ganha interessante análise de sua vida e obra, inaugurando uma coleção de biografias assinada por Machado Coelho. Na sequência, ainda este ano, serão lançados volumes dedicados a Anton Bruckner (dia 26 de outubro) e Hector Berlioz (novembro); para o ano que vem, autor e editora prometem Francis Poulenc, Felix Mendelssohn, Jean Sibelius e Bela Bártok e Benjamin Britten. “São autores fundamentais sobre os quais recai um preconceito muito grande”, diz Machado Coelho.
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