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Darwin no DNA

11 de outubro de 2009
1 min de leitura

O especialista inglês Steve Jones conta como as ideias do autor de A origem das espécies vêm sendo confirmadas pela genética

Nos 200 anos de Charles Darwin e 150 de sua obra maior, A origem das espécies, uma espécie tem prevalecido no ambiente editorial: os livros que defendem a Teoria da Evolução não apenas como teoria, mas como um conjunto de hipóteses que vêm sobrevivendo aos mais duros testes experimentais. Ninguém melhor para explicar isso do que um geneticista, o inglês Steve Jones, autor de A ilha de Darwin (Record, 376 pp., R$ 57 – Trad.: Janaína Castilho). Jones, entrevistado por telefone pelo Estado na semana passada, mostra como é falsa a noção de que Darwin fez sua viagem juvenil pelo Beagle e depois se fechou em casa, no subúrbio de Londres, e adiou até onde possível a publicação de suas ideias sobre variação e seleção natural.

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