Quadrinhos pelo verde
Num mundo tomado por fenômenos decorrentes de mudanças climáticas, às vésperas da Conferência de Copenhagen, a indústria de quadrinhos não está nem aí. A ecologia, no máximo, vira tema de HQ. Convenhamos: é muito pouco.
Ainda mais porque os quadrinhos clamam por mais atenção do resto do mundo. Pedem mais espaço, mais dinheiro, mais atenção. Ao mesmo em tempo em que as editoras querem estar nas escolas e nos programas de governo, simplesmente ignoram um debate que hoje é central. Há ações pontuais. Alguns vêm de editoras com tradição em livros. A Companhia das Letras, por exemplo, vem publicando com o selo Forest Stewardship Council – que garante que o papel é produzido de maneira sustentável. E as outras? E as gibiterias? E os artistas?
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