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Três epigramas de Manuel Bandeira

04 de julho de 2009
1 min de leitura

Se Manuel Bandeira não foi o maior poeta brasileiro – ele próprio considerava Carlos Drummond de Andrade como tal – foi, sob mais de um aspecto, o mais completo. Alcançou o romantismo e foi romântico a vida inteira, como recordou, em 1945, no poema significativamente intitulado “Sextilhas românticas”. Seu primeiro livro – A cinza das horas (1917) – está cheio de poemas simbolistas. E a partir de 1919, quando publicou Carnaval, passou a escrever poemas modernistas. Em Mafuá do malungo – a joia gráfica impressa em 1948 por João Cabral de Melo Neto em sua gráfica manual de Barcelona – foram reunidos os versos de circunstância de Manuel Bandeira. No livro de 1960, Estrela da tarde, estão os experimentos bandeirianos no concretismo, o movimento lançado em São Paulo pelos eruditos irmãos Haroldo e Augusto de Campos. Edson Nery da Fonseca é Biblioteconomista, autor de Alumbramentos e perplexidades, uma análise das influências na obra de Manuel Bandeira.

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