Preconceito é coisa do passado
Já diz a piada que existem 10 tipos de pessoas no mundo: aquelas que entendem linguagem binária e aquelas que não podem ser consideradas nerds – ou geeks. Seja culpa da “evolução da sociedade”, da “explosão da internet” ou de qualquer outra expressão questionável, o fato é que os nerds se livraram dos estereótipos que os condenavam em filmes adolescentes da década de 80. Eles têm vida social, saem para se divertir, têm amigos (nerds ou não), sabem se comunicar e, no quesito tecnologia, estão passos adiante de boa parcela da população. Dominam redes sociais, montam seus próprios computadores, derrubam o mundo com um smartphone em mãos e criam blogs e podcasts quando querem. Como diz aquela frase, erroneamente atribuída a Bill Gates: “Seja gentil com os nerds – você pode acabar trabalhando para um deles”. Mariana, Gabriela e Viviane são nerds e geeks assumidas. Jogam videogame, colecionam quadrinhos e falam sobre cinema e literatura com a naturalidade de que se sente à vontade com o rótulo que um dia foi pejorativo. Elas conversaram com o G1 sobre como é ser nerd ou geek, em tempos de Twitter, Facebook e videogames.
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