Bloomsbury cai, mas garante bom desempenho
Os resultados do ano fiscal de 2008 para a Bloomsbury não foram animadores. Por conta da comparação com o ano anterior _que contou com o fenômeno Harry Potter e as relíquias da morte_, as vendas caíram em torno de um terço (US$144,38 milhões), com lucro bruto de cerca de US$ 16,5 milhões. A empresa, no entanto, não tem uma postura derrotista: acredita que o desempenho tenha sido mais do que satisfatório no contexto da crise mundial e depois de um fenômeno como Harry Potter. As vendas de ativos nos EUA e na Alemanha chegaram a crescer, nos EUA em 29,4% e, na Alemanha, a Berlin Verlag teve uma alta de 35,6%. Em Londres, no entanto, as ações caíram em 6% (os investidores londrinos sempre foram céticos em relação a ideia de uma Bloomsbury pós- Potter). Os gastos da Bloomsbury em quarto novas aquisições chegaram a US$ 10,73 milhões durante o ano fiscal (Featherstone, Berg Publishers, John Wisden & Co and The Arden Shakespeare) e, ainda assim, a empresa terminou o ano com um caixa de pouco menos de US$ 75 milhões.
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