Phelps revela paranóia na China e revive 4×100 de Pequim
Nas piscinas do Cubo DÁgua, em Pequim, o técnico mais famoso dos Jogos Olímpicos poderia ser visto sempre com uma garrafinha de água na mão. Muito mais do que sede, o que Bob Bowman mostrava com aquele ato era paranóia. Em seu novo livro, No Limits: The Will to Succeed, o nadador Michael Phelps, pupilo mais famoso de Bowman, revelou o nervosismo dele e de seu treinador durante a competição. “Estávamos paranóicos. Bob ficava sempre perto da minha garrafinha de água. Assim, tínhamos certeza absoluta que ninguém faria algo incrivelmente estúpido como tentar me envenenar”, escreve o nadador no livro, lançado nos EUA nesta semana. Phelps contou ainda que o momento em que o temor de não bater o recorde de medalhas de ouro em uma mesma edição dos Jogos Olímpicos não foi na final dos 100 m borboleta, em que bateu o sérvio Milorad Cavic por apenas um centésimo. O momento mais tenso aconteceu na final do revezamento 4×100 m livre.
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