Machado de Assis: reconhecimento internacional
Quincas Borba. Memórias póstumas de Brás Cubas. Dom Casmurro. Mesmo sem nunca ter lido um desses clássicos da literatura nacional, é difícil achar algum brasileiro que não tenha na ponta da língua o nome do autor desses romances: Joaquim Maria Machado de Assis, mais conhecido apenas por seus dois últimos nomes. Na última semana o New York Times, publicou um artigo de duas páginas sobre Machado com o título “Após um século, a reputação literária finalmente floresce” em que o repórter Larry Rohter se rasga em elogios ao autor, citando diversos outros nomes e artigos, como Susan Sontag e o livro Genius, do crítico Harold Bloom, que define Machado como o “autor negro supremo”. A matéria também menciona um aspecto de Machado pouco citado nos especiais brasileiros: o autor teve uma carreira paralela como tradutor. A publicação no jornal norte-americano também convida para uma homenagem ao autor na cidade de Nova York, batizada de “Machado 21: A Centennial Celebration”, que aconteceu na última semana, entre os dias 15 e 19 de setembro que incluiu mesas redondas, seminários, exibições de filmes inspirados em suas obras, além de poemas musicados do autor.
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