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MEC pode adotar código de ética para escolha de livros didáticos

22 de setembro de 2004
1 min de leitura

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação, está estudando a possibilidade de incluir, no processo de escolha dos livros do Programa Nacional do Livro Didático, um Código de Ética que possa diminuir o assédio das editoras sobre os professores. “Seria uma norma para o processo de escolha dos livros por parte do professor e também da escola, que possa garantir que a divulgação das editoras não faça com que o educador se sinta constrangido”, disse o presidente do FNDE, José Henrique Paim. Hoje a escolha dos livros é feita livremente pelos professores e diretores das escolas públicas, que definem quais autores e editoras serão utilizados a cada ano. Para o presidente da Associação Brasileira dos Editores de Livros (Abrelivros), João Arinos, a idéia da adoção de regras que ajudem a dar mais precisão ao processo de compras será bem-vinda pelas editoras associadas. Ele destacou que é de total interesse da entidade manter o processo de escolha mais democrático e transparente. “Para que os professores tenham acesso ao máximo possível de informação para melhorar a qualidade da escolha”, afirmou Arinos.

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