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PublishNews em carne, osso e uma dúvida

24 de junho de 2003
2 min de leitura
literal

Na última Bienal do Livro do Rio de Janeiro, em maio passado, não foram muitas as pessoas que pararam no estande da Carrenho Editorial e compraram algum de seus seis títulos, mas muita gente do mercado de livros ficou radiante por, enfim, conhecer em carne e osso o PublishNews. Para quem não é um de seus 2.900 cadastrados, informa-se que o PublishNews é o mais lido clipping do meio editorial brasileiro, reunindo notícias publicadas em jornais e revistas nacionais e internacionais. Sua história de sucesso surpreende tanto quem o lê de segunda a sexta-feira quanto seu próprio inventor, o paulista Carlo Carrenho. “Quando eu resolvi fazer o clipping, sabia que tinha um vazio nessa área, mas não imaginava que a carência fosse tão grande”, afirma Carlo, 30 anos, que toca o PublishNews e também a Carrenho Editorial em uma pequena sala na capital paulista, contando com a ajuda de apenas uma pessoa, Rodrigo Diogo. “A estrutura é reduzidíssima, mas mesmo assim está muito difícil manter o clipping”, diz ele. Tendo nascido de maneira absolutamente informal, o PublishNews ficou mais robusto a partir de agosto de 2002, quando passou a contar com o suporte tecnológico do SuperPedido. Mas foi em janeiro de 2003 que ele ganhou um patrocínio indireto. A Câmara Brasileira do Livro contratou Carlo para fazer seu clipping, e este trabalho remunerado se tornou a base do PublishNews. Em abril, pouco depois de Oswaldo Siciliano assumir a presidência da CBL, a função de Carlo passou a ser exercida pela assessoria de imprensa da instituição, e ele iniciou sua busca por formas de manter vivo seu próprio clipping. “Estou fazendo contatos com empresas de papel, gráficas etc., mas ainda não há nada concreto”, diz Carlo.

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