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PublishersLunch

Uma escapadinha pra escrever

Recentemente os assessores do governador da Carolina do Sul, Mark Sanford, informaram que ele havia se ausentado do gabinete para trabalhar num livro que estava escrevendo. Em uma coletiva de imprensa na última quarta-feira, 24/6, Sanford admitiu ter um relacionamento extraconjugal [com uma argentina] – que seria a verdadeira razão de ter-se ausentado do país. Mas, além disso, o governador tem mesmo um contrato para a publicação de um livro – Within Our Means - a manifesto about fiscal conservatism – com a Sentinel, a ser lançado em 2010. O porta-voz da editora afirmou: “não sabemos ainda como esses acontecimentos afetarão nossos planos de publicação”.

24 junho 2009

Nicho: Sci-Fi

A Tor.com está no caminho lógico, mas ainda pouco explorado de venda de livros na internet. Eles vendem a maioria dos grandes editores que tenham títulos relevantes nos ramos de ficção científica e fantasia. Pelo que se viu, em preços normais de varejo. Os webmasters dizem que, desde o lançamento do site, no fim de 2008, os visitantes insistem que “nós precisamos urgentemente construir uma loja”. Eles classificam o novo varejista online como um espaço para livros de “ficção cinetífica e fantasia com curadoria”. E a venda de ebooks não está fora dos planos da Tor.com.

23 junho 2009

Parceiro de 1 milhão de livros

A ScrollMotion, desenvolvedor de aplicações para iPhone, começou a dar detalhes da sua “in-app” bookstore que foi anunciada com destaque na Apples worldwide developers conference. Segundo eles, a LibreDigital é um parceiro fundamental no programa que pretende disponibilizar 1 milhão de títulos no “aparelhinho”, via Apple Store. Os primeiros 100 mil títulos de livros, jornais e revistas estão prontos para serem disponibilizados. Segundo Heidi Johnson, porta-voz da LibreDigital, a estimativa baseada no trabalho realizado para estes 100 mil títulos é de dois anos até atingir a marca de 1 milhão.

22 junho 2009

Luzes, câmera, ação!

A divisão de livros infantis da Randon House britânica acaba de criar uma joint-venture em parceria com a Komixx Entertainment para produzir filmes animados e de ação voltados para crianças e famílias, além de programas de televisão. Chamado de Random House Childrens Screen Entertainment, a nova empresa vai usar os personagens dos livros da editora para seus filmes e também pretende licenciá-los para desenvolvedores de vídeo games, fabricantes de brinquedos e outros merchandisers.

21 junho 2009

O iPhone book reader

A ScrollMotion estava na última Apple Worldwide Developers Conference e chamou atenção com a nova versão do novo Iceberg Reader, que será lançado no verão, com o novo iPhone. Além de se utilizar do “drag and ”, Ctrl = C, Ctrl +V, e email, será possível comprar e-books, jornais e revistas sem sair do aplicativo (o que provavelmente significa que os usuários usarão seus logins do iTunes, deixando uma fatia do bolo pra Apple também.

16 junho 2009

Netbook x e-reader

A taiwanesa Pixel Qi lançou um vídeo demonstrativo daquilo que pode ser considerado a grande inovação na tecnologia de displays de computador. É uma tela em LCD que tem qualidade de e-paper, além de cor. Há um modo “e-ink”, em preto e branco, para a leitura de e-books e documentos de texto. Os outros dois modos são coloridos, um para ambientes fechados e outro para ambientes abertos, melhores para navegar na internet e passar vídeos. O modo e-ink aumenta o tempo de bateria, já que desliga o backlight. Pense na qualidade de leitura de um e-reader (Kindle, Sony Reader), com toda a capacidade de um netbook.

16 junho 2009

Kindle: Sem Lucro, sem cor, sem dados

Durante a Book Expo America ninguém deu muita atenção ao discurso do presidente da Amazon, Jeff Bezos aos acionistas da empresa. Alguns interpretaram as palavras de Bezzo como um recado, avisando que o Kindle, pelo menos por enquanto, não está gerando nenhuma receita para a Amazon. Nas palavras dele, a empresa “está investindo pesado” no mercado digital, mas não quer que se pense que “um grande fluxo de caixa está sendo gerado”. Bezos afirmou que os investimentos na China ainda estão no “modo investimento” e que não espera que o retorno venha antes de cinco ou seis anos. Por fim, Bezos afirmou que acredita que nunca vai revelar todos os números relacionados ao Kindle. Ele entende a curiosidade do mercado, já que ele mesmo checa as informações todas as manhãs.

16 junho 2009

BeBook, a proposta holandesa

Quem foi a Book Expo America pôde conferir o Bebook, um e-reder produzido na Holanda e quase pronto pra ser distribuído nos EUA. O CEO Johan Hagenbeuk afirmou estar negociando com alguns parceiros, entre eles, varejistas e as próprias editoras. Os aparelhos devem ter preços comparáveis aos do Coll-er e Hagenbeuk e deve ser feito uma espécie de pacote, como no mercado de celulares: subsidiar o preço do aparelho em troca de um contrato para a compra de uma quantidade definida de conteúdo.

16 junho 2009

BEA 2 – A missão

O dia 31 de maio foi a última vez que a Book Expo deve se reunir em um domingo, e pelo movimento nos corredores (fora o pessoal que já estava encaixotando suas coisas), muito pouca gente vai sentir falta do terceiro dia do evento quando a partir do próximo ano o show passará a acontecer apenas nos dias de semana, reduzido a dois dias de exposição. Com uma grande queda nas vendas de estandes e menor público presente, parece que a organização conseguiu diminuir as expectativas ao ponto de expositores e visitantes ficarem mais do que satisfeitos com o resultado final. Como disse a presidente da Penguin USA, Susan Petersen Kennedy, “isto parece bem com o business estilo BEA. Não tem nada romântico, mas talvez este não seja o ano para romantismo.” O número de visitantes foi 11% menor do que no ano passado, mas significantemente maior – cerca de 30% - do que a fracassada feira de Los Angeles.

2 junho 2009

B&N vê um futuro menos pior

A Barnes & Noble, mais uma vez, superou as expectativas de analistas financeiros e de seu próprio “guia” de investimentos. Com o fechamento do primeiro trimestre, os dados das vendas, calculados na base same store, ficaram além do esperado. Os prognósticos eram de que a queda por ação ficasse entre US$ 0,10 e US$ 0,20, mas os resultados mostraram uma queda de “apenas” US$ 0,04. Levando em conta o trimestre “melhor do que se esperava”, a Barnes&Noble mudou os prognósticos e, mais otimista que no início do ano (quando contava com o rendimento anual das ações entre US$ 0,95 e US$1,25 cada), fala em um rendimento anual entre US$1,10 e US$1,40 por ação. CEO da gigante, Steve Riggio, falou aos investidores, em teleconferência, que planeja-se o fechamento de 15 lojas ao longo do ano, já que o tráfego na internet vem crescendo, apesar da queda nas vendas.

21 maio 2009