Professores devem analisar o Guia PNLD 2024 – Objeto 1 e escolher as obras que mais se adequem ao projeto pedagógico da escola
Especialistas em educação, pais, alunos e professores manifestam descontentamento contra a decisão
Deputados e vereador do PSOL entram com uma ação pública para obrigar o governo de São Paulo a aceitar os livros didáticos físicos comprados pelo MEC nas escolas
Associação Brasileira de Autores de Livros Didáticos (Abrale) defendeu a produção dos livros inscritos no PNLD
Karine Pansa e Eduardo Kruel Rodrigues, da International Publishers Association, analisam a decisão do Estado de SP em relação ao PNLD
Segundo a Abrelivros, recursos que seriam destinados às editoras na parcela paulista do Programa Nacional do Livro Didático devem voltar ao FNDE
'Educação para o futuro', de Renato Feder, aparece pela primeira vez na relação; Grupo Editorial Alta Books emplaca 11 novos títulos
Inquérito civil cita possíveis violações a princípios constitucionais, como gestão democrática do ensino público, obrigação do Estado de fornecer material didático, liberdade de ensinar e outros
De acordo com a entidade, resolução afeta cerca de 1,4 milhão de alunos e 100 mil professores, que receberiam gratuitamente quase 10 milhões de livros
Com a decisão inédita, governo paulista abre mão de um montante de cerca de R$ 120 milhões e impacta 1,4 milhão de alunos