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DCI

Terminais de ônibus no Rio ganharão biblioteca gratuita

Iniciativa é inspirada na biblioteca do metrô carioca

19 dezembro 2010

Lucro da Saraiva bate recorde e cresce 14,2%

Livros para o Ensino Fundamental impulsionaram crescimento

22 março 2010

Edição e impressão têm desempenho positivo

A produção da indústria paranaense cresceu 1,5% no mês de fevereiro, em comparação a fevereiro de 2008. O Paraná foi o único estado com desempenho positivo entre as unidades da Federação pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A produção do estado avançou 5,7% em fevereiro, ante a de janeiro. Conforme Julio Suzuki, coordenador do núcleo de conjuntura do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), o crescimento pode ser atribuído ao desempenho positivo dos setores de alimentação e de edição e impressão, que teve a contribuição mais importante, com 184,5%. Esse crescimento atípico foi explicado também pelo aumento de encomendas governamentais de livros brochuras ou impressos didáticos para atender o início do ano letivo, aponta a pesquisa do IBGE. O coordenador do Livro Público Didático da Secretaria de Estado da Educação, Jairo Marçal, disse que se depender do governo o setor de edição e impressão continuará contribuindo para o crescimento da produção industrial do estado. Segundo Marçal, só no início do ano, foram 1,1 milhão de exemplares. Uma terceira edição do Livro Público Didático, acrescentou, está sendo concluída. O presidente do Sindicato das Indústrias Gráficas do Paraná, Sidney Parciornik, disse que a indústria gráfica do estado tem abocanhado parte do mercado nacional do livro didático, já que lá estão concentradas grandes editoras que vendem praticamente para todo o Brasil.

6 abril 2009

Saraiva anuncia recordes em 2008

Em 2008 a Saraiva realizou movimentos estratégicos com a finalidade de expandir suas operações nos mercados em que atua. Como resultado, a receita bruta consolidada somou R$ 1,2 bilhão em 2008, superando em 48% a do ano anterior. O EBITDA ajustado totalizou R$ 143,8 milhões, o que corresponde a elevação de 26,9% em relação a 2007. O valor total de investimentos em 2008 atingiu R$ 98,2 milhões Além da compra da Siciliano e sua integração com as operações da Livraria Saraiva, o grupo inaugurou cinco novas lojas e obteve, na editora, excelente 29% de participação de mercado nas novas adoções de conteúdos em Português, Matemática, Geografia, Física e Biologia no Programa Nacional do Livro para o Ensino Médio (PNLEM/2009).

19 março 2009

Redes mudam para ganhar mercado

Para acompanhar a evolução do mercado, agradar a públicos segmentados e conquistar novas classes sociais, grandes marcas do mercado estão investindo no chamado reposicionamento de marca. Seguindo a linha de se reposicionar no mercado, a Livraria Cultura reformulou o visual da marca e transformou o espaço das lojas em ponto de encontro em os clientes. Sergio Herz, diretor de Operações da Livraria Cultura, conta que a marca investiu R$ 700 mil para mudar o logotipo e reformular o padrão visual. "Isoladas, as ações são inúteis: temos de aliar ações de marketing e endomarketing para envolver os funcionários no processo", afirma. De tempos em tempos as empresas fazem isto. Herz destaca que a livraria usa o espaço para "trazer o público e criar um espaço de relacionamento". "O cliente vem ao teatro, aos shows, almoça e encontra os amigos. A livraria deixou de ser varejo para ser experiência, tanto é assim que o teatro está lotado até o fim do ano, com cerca de 200 pessoas por sessão". Este ano, a rede deve se expandir para duas capitais brasileiras. As lojas terão 3 mil m² e um custo médio de R$ 5 milhões.

9 março 2009

Estratégia do setor editorial

Entre as empresas que iniciaram a adequação de seus livros está a WMF, que surgiu em janeiro, resultado da divisão da Editora Martins Fontes. A empresa, que lançou 100 novos títulos em 2009, diz que apenas um não foi revisado por estar com as páginas internas todas impressas. O restante está de acordo. Contudo, os outros 800 títulos, herança da divisão do catálogo da antiga estrutura, deverão ser adequados no prazo de três anos, com a reedição. A outra empresa resultante da divisão, a Selo Martins, afirmou por meio de sua assessoria que irá começar a se adequar às novas regras em fevereiro, após a publicação do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP). Na Companhia das Letras o custo da revisão já tem um número: é de R$ 4,5 milhões. "Serão gastos, em média, R$ 3 mil por título, sendo que temos cerca de 1,5 mil livros no catálogo", revelou o diretor financeiro, Sérgio Windholz. Porém, ele acredita que esse acordo abrirá a possibilidade de expandir a atuação do livro brasileiro aos países do CPLP. Essa é a mesma expectativa de Rosely Boschini, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), que vislumbra um mercado estimado em, ao menos, 240 milhões de pessoas.

12 janeiro 2009

Custo milionário para implantar nova ortografia

Onze dias após a mudança na forma de escrever a Língua Portuguesa, o mercado editorial está dividido, muitas empresas já aderiram à nova norma e outras têm como estratégia utilizar o período de três anos para adaptação. Daquelas que já iniciaram as mudanças estão as editoras de dicionários, segundo a International Paper (IP), as encomendas para esse tipo de publicação aumentaram. Segundo estimativa da Câmara Brasileira do Livro (CBL), a conta da adequação, considerando apenas a revisão de conteúdo e a rediagramação pode chegar a R$ 60 milhões. Um valor que corresponde a aproximadamente 4,29% do faturamento do setor que é de cerca de R$ 1,4 bi, verificado no ano passado. Desse valor, cerca de 50% corresponde ao que o governo federal compra para o programa de distribuição do livro didático. Em 2008, o governo encomendou mais de 108 milhões de livros que custaram quase R$ 720 milhões, os números estão disponíveis no site da Fundação Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão do Ministério da Educação e Cultura (MEC). O setor de dicionários é um dos mais afetados. Segundo o gerente-geral de negócios para papel de impressão e conversão da IP, Antônio Gimenez, a empresa sentiu um aumento na demanda de vários clientes por papel para a impressão desses produtos. Essa procura ocorreu a partir do início do segundo semestre.

12 janeiro 2009

Editora recebe selo por neutralizar carbono

A substituição de 3,5 mil sacolas plásticas usadas por ano, que podem levar décadas ou até séculos para serem degradadas no meio ambiente, por outras feitas de papel reaproveitado, o emprego de matéria-prima reciclada para produzir 25 mil livros publicados anualmente e a promoção do plantio de 700 mudas de árvores de Mata Atlântica durante um ano são algumas das iniciativas que garantiram à editora da Universidade Federal Fluminense (UFF) o Selo Carbono Zero, pela neutralização do carbono emitido na confecção dos livros. O certificado, entregue pela organização não-governamental Projeto de Reflorestamento Integrado da Mata Atlântica (Prima), é conferido pela primeira vez a uma empresa desse ramo no País. De acordo com o diretor da editora, Mauro Romero, as ações fazem parte do Programa Recicle Ideias, que vêm sendo implementadas desde o início de 2008.

9 janeiro 2009

Lojistas inovam para atrair clientes

A expectativa de um aumento nos preços do material escolar levou pais de estudantes de Brasília e cidades satélites no Distrito Federal a antecipar a compra da lista fornecida pelas escolas. Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Material de Escritório, Papelaria e Livraria do Distrito Federal (Sindipel), José Aparecido da Costa, o reajuste nos livros e derivados do papel e madeira deve ficar em torno de 7% nas primeiras semanas de janeiro, mas há papelarias em que o aumento varia de 10% a 15%. Para atrair os clientes e compensar o aumento, empresários apostam cada vez mais na inovação, na diversificação de produtos e serviços e no bom atendimento. É o caso da Papelaria Flecha, de Brasília. A empresa foi pioneira em oferecer o serviço de encapar livros e cadernos. “Encapamos e entregamos o material na porta da casa do cliente sem cobrar nenhuma taxa extra. Essa é uma forma de atrair e fidelizar os clientes”, afirma o proprietário da papelaria, Laécio Moura Júnior.

7 janeiro 2009