As missões do novo presidente da APL
Antonio Penteado Mendonça foi eleito na última quinta-feira (9)
A queda do teto da Academia Paulista de Letras (APL), em janeiro de 2007, teve inesperados resultados positivos. Os imortais puderam centrar esforços na aproximação com a sociedade. “Quando o teto caiu, tivemos de ir para a rua, fazer reuniões fora, e aproveitamos para estreitar laços com colégios, secretarias e entidades”, diz o advogado e cronista Antonio Penteado Mendonça. Titular da cadeira 32 desde 2004, Mendonça foi eleito na última quinta-feira presidente da APL. Mendonça assume a presidência com ao menos dois projetos. O primeiro é a ampliação do Prêmio Escritor na Escola, que neste ano agraciou alunos de duas escolas da rede estadual, concorrendo com textos nas categorias poesia, conto e crônica. Outro projeto, com a rede municipal, terá como cenário muros nos bairros de Alto da Boa Vista e Brooklin. “Alunos vão fazer antologias de autores brasileiros, do século 19 e da primeira metade do 20. Os ganhadores terão suas antologias escritas nos muros e receberão R$ 5 mil cada um”, afirma Mendonça.
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