Best-sellers acirram disputa e leilões entre editoras
Busca por best-sellers acirra disputas e leilões entre editoras brasileiras
Os leilões são antigos. A novidade é sua frequência quase semanal e a disputa mais acirrada das editoras. “Atualmente, todos os títulos com grande vocação comercial recebem a atenção de ao menos cinco editoras importantes, provocando leilões, tanto na área adulta como na infanto-juvenil”, afirma Vivian Wyler, gerente editorial da Rocco. Jorge Oakim, fundador da Intrínseca, diz que, hoje, o país deixou a posição de mercado periférico para ocupar o centro. “Cinco, seis anos atrás, um livro era vendido na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Itália, na Alemanha, na França, na Espanha, na Suécia. Bem depois era vendido no Brasil. Hoje, há livros que são comercializados para Inglaterra, EUA e Brasil. É prova de maturidade e rapidez do mercado”, diz Oakim. Para Fernando Baracchini, presidente da Novo Conceito, o negócio está saindo da fase amadora “e ficando mais profissionalizado a cada dia, com empresas, editoras novas, que estão ganhando destaque importante no mercado com um trabalho diferente das editoras antigas, que também estão se movimentando”.
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