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Apps de leitura: estas nossas desconhecidas

17 de fevereiro de 2013
2 min de leitura

Enquanto ninguém investir nos aplicativos de leitura, a Apple vai nadar de braçada sem equipe local, vendendo em dólar no cartão internacional e ainda provocando incidência de IOF

Quando se pensa em Amazon no Brasil, o Kindle é a primeira coisa que vem à mente. Quando se comenta os livros digitais na Livraria Cultura, o leitores dedicados da Kobo são a primeira coisa que alguém lembra. Talvez no caso da Saraiva, o consumidor até se lembre de seus aplicativos, mas aposto que primeiro vai se perguntar em que leitores e-Ink é possível ler os livros comprados na loja brasileira. Em outras palavras, os aplicativos de leitura estão esquecidos aqui no Brasil. […] Com quase 14 milhões de smartphones ou tablets com sistemas iOS e Android, é realmente uma surpresa que as e-bookstores não promovam seus aplicativos para tais aparelhos. Mais paradoxal ainda é que o aplicativo de leitura da Apple, o iBooks, é um dos mais limitados entre os que existem à disposição no ecossistema iOS. […] Eu acredito que o aparelho de leitura do brasileiro será o tablet e, em segundo lugar, o smartphone. Os e-readers dedicados têm um papel de marketing importante, ao conquistar espaço nas livrarias e aparecerem na mão de formadores de opinião. Aquele primo nerd sempre vai ter um Kindle ou Kobo, mas o resto da família vai usar aparelhos multifuncionais para a leitura.

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