Publicidade
Voltar CLIPPING

No comando da Barnes & Noble, divergências

27 de fevereiro de 2013
2 min de leitura

Algumas pessoas do setor editorial estavam torcendo para que a compra das livrarias aliviasse um pouco da pressão sobre a empresa

Quando Leonard Riggio apresentou o veterano da tecnologia William Lynch como o novo diretor-presidente da Barnes & Noble, quase três anos atrás, afirmou que a maior rede de livrarias dos Estados Unidos precisava “ser mais que uma varejista de livros”. Mas agora, o septuagenário Riggio, presidente do conselho de administração parece ter resolvido se ater ao velho negócio de venda de livros, tendo confirmado que “planeja fazer uma oferta” para comprar os ativos de varejo da empresa. Se consumado, o negócio separaria as 689 livrarias da Barnes & Noble da sua unidade Nook Media, que inclui a marca Nook de tablets e leitores de e-books, além dos próprios livros digitais e a rede de livrarias universitárias. Riggio pode vender sua participação na Nook Media como parte do negócio. De fato, uma pessoa a par da situação disse que ele preferiria ter o menor envolvimento possível na Nook Media e se concentrar na rede de livrarias. […] No princípio, o Nook parecia estar indo bem, com a Barnes & Noble afirmando que tinha ganhado uma fatia estimada em 25% do mercado de livros digitais. Mas a concorrência no setor aumentou em 2012. As vendas de fim de ano dos aparelhos Nook caíram, divulgou a Barnes & Noble em janeiro. No início deste mês, a empresa informou que o prejuízo da unidade Nook no ano fiscal de 2013, incluindo aparelhos e livros digitais, seria maior que o previsto. (The Wall Street Journal)

Compartilhar:

Leia Também

Gostou deste conteúdo?

Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email

Toda segunda e quinta
Publicidade