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Estudo resgata os últimos 200 anos de edição de livros no País

19 de maio de 2014
1 min de leitura

Estudo bancado pelo SNEL mostra que feiras ainda são uma boa vitrine de livros no País

Uma frase de Carlos Drummond de Andrade na sala de reuniões do Sindicato Nacional de Editores de Livros (Snel) resume bem o estudo que o Coppead, o instituto de pós-graduação em Administração da Universidade Federal do Rio, apresenta nesta terça (20): “Autor, editor e livreiro formam uma trinca inseparável, pela identidade de interesses culturais e econômicos. Aquele que pense em se afastar dos outros vai se dar mal”. É justamente a falta de comunicação entre os envolvidos na cadeia do livro um dos maiores desafios para que o mercado editorial continue crescendo. A proliferação de eventos literários nos anos 2000 ampliou os espaços de exposição do livro, aponta o relatório da Coppead. “As feiras são muito bem-vindas e uma das alavancas de divulgação”, diz Denise Flick. O estudo, no entanto, mostra queda nas vendas dentro de feiras na última década. Hoje, a Bienal Internacional do Livro de São Paulo anuncia sua programação. Entre os confirmados, o best-seller Ken Follett.

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