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Órgãos dizem que não há queda nas compras de livros

05 de setembro de 2014
2 min de leitura

O órgão investiu cerca de R$ 200 milhões na aquisição de 29 milhões de livros desde o início desta gestão, em 2011.

“A crítica do proprietário de uma editora de livros não tem fundamento. É absurdo atribuir qualquer declaração ao governo sem ao menos checá-la. Não há qualquer geração perdida’, como afirma o empresário, para esta Secretaria.” A afirmação faz parte da resposta da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. A nota informa que o órgão investiu cerca de R$ 200 milhões na aquisição de 29 milhões de livros desde o início desta gestão, em 2011. “As compras foram feitas nos últimos três anos. A conta é simples: neste período a Secretaria enviou, em média, 5.800 livros para cada uma de suas 5 mil escolas”. Já a Prefeitura de São Paulo diz que “o trabalho pedagógico desenvolvido para atender os alunos da rede municipal de ensino não é pautado pelo mercado editorial. (…) É intensa a produção de livros pedagógicos. Neste sentido, a Secretaria produziu, entre 2013 e 2014, 2 milhões de livros didáticos para atender ao currículo”. Em nota, o Ministério da Educação informou que “não há redução no orçamento e nem na quantidade de livros não didáticos adquiridos e distribuídos pelo MEC”. O MEC diz prever o investimento de R$ 200 milhões na compra e distribuição de títulos não didáticos. “Pelo contrário, há sim um incremento de volume e orçamento para este tipo de ação, principalmente nos dois últimos anos”, informa o MEC.

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