Mercado se mobiliza para sobreviver
Amazon é vista como uma das principais ameaças
Entra ano, sai ano e o mercado editorial segue buscando formas de coexistir com a Amazon. A empresa é vista como uma das principais ameaças à sobrevivência de pequenas e médias livrarias – e de editoras também -, mas ela não é o único problema que a cadeia do livro enfrenta. Por isso, ela vem se mobilizando. Reunidos em Frankfurt, representantes de associações de 14 países da União Europeia assinaram ontem uma carta em defesa do livro. É o primeiro passo para uma movimentação mais organizada no sentido de conscientizar políticos acerca de seus problemas e, assim, criar medidas de proteção. A iniciativa é do francês Vincent Monadé, presidente do Centre National du Livre, que pede a garantia do direito do autor e a preservação do direito do leitor – inclusive o de poder ler seu livro em qualquer e-reader – e ainda a redução de impostos para livros impressos e digitais.
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