Dublinense quer investir em livros de autores lusófonos
Série de livros lusófonos é coordenada por Reginaldo Pujol Filho
Preparem os lenços. O português José Luis Peixoto está voltando ao Brasil com o delicado Morreste-me, livro escrito após a morte de seu pai e que emocionou o público que compareceu em peso na Casa de Cultura de Paraty, em 2012, quando o autor o leu integralmente, lembrou a coluna Babel do último sábado. Foi com ele que Peixoto estreou, em 2000, na literatura. De lá para cá foram 14 livros – alguns publicados pela Record e outros pela Companhia das Letras. Morreste-me está saindo pela independente Dublinense, e o português ajudará na divulgação com um amplo tour que começará na próxima semana pela Flipoços e passará por Belo Horizonte (Sempre um Papo, dia 5), São Paulo (bate-papo na Livraria Martins Fontes, dia 7), Curitiba (Litercultura, dia 9) e Porto Alegre (Pré-lançamento da FestiPoa, dia 12; Morreste-me: O Luto em Debate, dia 15). O lançamento inaugura uma série coordenada por Reginaldo Pujol Filho voltada a autores lusófonos – a editora acaba de fechar com Gonçalo Tavares dois livros – Short movies e Animalescos – e quer mais títulos de Peixoto no catálogo, completa a coluna.
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