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Na Bienal do Rio, best-sellers e debate político lotam auditórios

08 de setembro de 2015
1 min de leitura

David Nicholls, Colleen Hoover e Jean Wyllys fizeram mesas disputadas

Fora o frio que surpreendeu os próprios cariocas, a 17ª Bienal do Rio teve em seu primeiro final de semana todos os ingredientes característicos desse tipo de feira literária –a predominância do público juvenil, longas filas de para conseguir autógrafo dos autores, fãs emocionados diante dos ídolos. O sábado (5) começou com um nome forte nas bienais, a escritora infanto-juvenil Thalita Rebouças. Pela noite, a principal atração foi o britânico David Nicholls, autor do best-seller Um dia (Intrínseca). “Não posso expressar como estou feliz por encontrar tantos jovens leitores no Brasil. Nunca imaginei isso. Estou muito honrado”, afirmou para a legião de admiradores. No domingo (6), foi a vez da americana Colleen Hoover, autora da saga Métrica (Galera Record). A escritora foi recebida com muitos gritos de “eu te amo”, lágrimas e declarações de como mudou a vida dos leitores. Pela tarde, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) e o cientista político César Benjamin protagonizaram no Café Literário um dos poucos debates da Bienal com forte presença do público adulto.

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