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De E L James a livros de passatempo: o que faz sucesso e o que esperar dos próximos meses

15 de setembro de 2015
2 min de leitura

Terminada a Bienal do Livro do Rio, que bateu recorde de público, editoras fazem suas apostas para o Natal

Depois da Bienal do Rio, o segundo grande momento em que o mercado pode dar a volta por cima é o Natal, e as apostas nos próximos best-sellers já começaram. A Intrínseca, por exemplo, leva às livrarias na sexta-feira (18), Grey, novo livro da série milionária Cinquenta tons de cinza. Depois de vender 6 milhões de exemplares dos três primeiros títulos, a editora diz que mandou imprimir 400 mil exemplares desse quarto volume. Só na pré-venda, foram comercializados 50 mil exemplares. Grey não será o único com uma tiragem grande neste semestre. Diário de um banana – bons tempos (V&R), o 10.º da série de Jeff Kinney também terá tiragem inicial de 400 mil cópias. A grande aposta da Sextante para este semestre será Oceano perdido, o terceiro de colorir de Johanna Basford. “Embora tenham conquistado um bom espaço, os livros de colorir terão uma queda brusca”, diz Ismael Borges, coordenador da BookScan, serviço da Nielsen que mede a venda de livros. Talvez por isso, a editora de Marcos Pereira tenha encomendado ‘apenas’ 200 mil exemplares de Oceano perdido à gráfica. Mas, de olho nesse novo público interessado em passatempo, a casa já adquiriu os direitos da coleção Ligando os mil pontos, que lança em outubro. [Clique aqui e veja apostas de outras editoras].

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