Macau sedia evento literário em busca de maior internacionalização
‘Rota das Letras’ chega ao quinto ano e quer expandir suas próprias fronteiras
Num lugar destacado entre as ruas estreitas do centro de Macau – a região especial da China que durante 4 séculos foi colônia portuguesa –, a Livraria Portuguesa sobrevive e pode ser usada como um microcosmo para começar a entender o local. A livraria, propriedade do governo português, é administrada pelo jornalista Ricardo Pinto, também ele criador do Rota das Letras (The Script Road), o festival literário de Macau, que encerrou no último sábado (19), sua quinta edição. Com 40 autores de várias nacionalidades, o festival se dá a árdua missão de colaborar na integração entre as comunidades chinesa e portuguesa do local. Em Macau, o português ainda é língua oficial, pelo menos até 2049, quando se encerra um período de transição que começou em 1999 e o controle do país volta à China.
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