Um novo Rio de Janeiro
Publicado pela Estação Liberdade, livro será lançado na Bienal do Rio no dia 2 de setembro
Ecoando o poema Nosso tempo, de Carlos Drummond de Andrade, Francisco Maciel diz: “como sou um dos homens partidos, minha missão possível é juntar os cacos”. E é isso que ele faz em Não adianta morrer (Estação Liberdade, 288 pp, R$ 46), seu segundo romance pela editora. O universo da história está ancorado nas ruas do bairro do Estácio, no centro do Rio de Janeiro. Os personagens que Maciel nos apresenta se cruzam neste cenário e criam uma narrativa polifônica no fio da navalha entre verdade e ficção. E no cotidiano hostil do ambiente retratado pelo autor, os destinos costumam ser previsíveis. No tabuleiro de dramas do livro, são as amizades, desavenças, flertes, crimes, pecados e delírios dos personagens os responsáveis por revelar pouco a pouco a magia do romance, construído com total controle narrativo por seu autor. O lançamento do livro neste sábado (2), às 16h, no estande da Estação Liberdade na Bienal do Rio (Pavilhão 3, estande J24).
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