Realidades alternativas
Livro fala sobre destino e até que ponto ele é o responsável por influenciar o fim de cada história
Aos 29 anos e depois de tentar se adaptar – sem sucesso – a várias cidades dos EUA, Hannah finalmente decide voltar para Los Angeles. Esta é a sua chance de recomeçar. Em uma comemoração de boas-vindas, ela reencontra Ethan, seu ex-namorado da adolescência, por quem sempre foi apaixonada. Eles têm um relacionamento mal resolvido e talvez essa seja a oportunidade de, finalmente, se entenderem. No fim da noite, Hannah precisa decidir entre aceitar a oferta de Ethan e continuar com ele no bar ou ir para a casa com Gabby, sua melhor amiga. O dilema da protagonista é o pontapé inicial de Em outra vida, talvez? (Record, 322 pp, R$ 39,90), obra de Taylor Jenkins Reid, que mostra, em realidades alternativas, o desdobramento de cada decisão de Hannah. Ao seguir com Ethan eles começam a namorar, mas ela descobre que está grávida de um homem com quem se relacionou em Nova York. Quando decide ir para casa com a amiga, Hannah é atropelada, perde o bebê e, no hospital, conhece Henry, um dos enfermeiros. O livro fala sobre destino e até que ponto ele é o responsável por influenciar o fim de cada história.
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