Maria Fernanda Rodrigues nas lentes da PublishNewsTV
Jornalista especializada em literatura e na cobertura do mercado editorial bate um papo com André Argolo e faz reflexões sobre o jornalismo, a maternidade e o momento político atual
Em 2005, Maria Fernanda Rodrigues deu seu primeiro passo para a construção de uma carreira jornalística dedicada ao livro. Foi como assessora de imprensa da Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo. O cenário, o escritório de comunicação Lu Fernandes. Foi ali que teve contato com nomes como Carlos Heitor Cony e Ignácio de Loyola Brandão e trabalhou para editoras como Brasiliense, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e Thomas Nelson. De lá, passou pelo PublishNews que lhe serviu de vitrine para assumir como uma das setoristas de literatura e mercado editorial no Estadão. Agora, ela volta a sua “escola” para sentar diante das lentes da PublishNewsTV.
Na conversa que teve com André Argolo (outro egresso do escritório de Lu Fernandes), ela fez reflexões sobre o mercado editorial, sobre o cenário político atual e sobre a maternidade – ela é mãe do pequeno Francisco, nascido num dia cheio de acontecimentos e depois de a mãe conseguir enviar a coluna da semana.
Ela revelou ainda bastidores de entrevistas importantes da sua carreira, como a que fez com Amos Oz ou de quando resolveu incorporar Fernanda Montenegro, ir para uma estação de trem e escrever cartas.
Na ” target=”_blank”>versão mais curta do programa, Talita Facchini indica o livro Pequeno manual antirracista (Companhia das Letras), de Djamila Ribeiro e Luciana Melo vai até o Quixote Bar e Gastronomia onde acompanhou o evento Literatura e Quadrinhos, que reuniu nomes como Franco de Rosa, Alex Mir, Caio Majado e Michelle Rezende.
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