Em um novo mundo
Escrito há 50 anos, ‘A mão esquerda da escuridão’ propõe discussões sobre assuntos polêmicos e atemporais como gênero, feminismo e filosofia
Enviado em uma missão intergaláctica, o humano Genly Ai tem como missão persuadir os governantes do planeta Gethen a se unirem a uma comunidade universal. Entretanto, mesmo depois de anos de estudo, Genly percebe-se despreparado para a situação que lhe aguardava. Ao entrar em contato com uma cultura complexa, rica, quase medieval e com outra abordagem na relação entre os gêneros, ele perde o controle da situação. É humano demais e, se não conseguir repensar suas concepções de feminino e masculino, correrá o risco de destruir tanto a missão quanto a si mesmo. Em capa dura, com pintura inédita de Marcela Cantuária e prefácio de Neil Gaiman, a nova edição de A mão esquerda da escuridão (Aleph, 304 pp, R$ 34,90 Trad.: Susana Alexandria) celebra o aniversário de 50 anos da obra de Ursula K. Le Guin. O livro propõe ricas discussões sobre assuntos polêmicos e atemporais – gênero, feminismo, alteridade, filosofia e antropologia -, sendo considerado pela crítica especializada um dos mais importantes livros de ficção científica já escritos.
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