E toca o telefone 16
Dessa vez, a misteriosa telefonista atende uma editora com mais de 30 anos de experiência no mercado editorial
Mais uma vez o telefone toca na agência literária fictícia criada por Marisa Moura. Depois de atender diferentes tipos de autores, editores, uma agente concorrente e até um parecerista traumatizado, a misteriosa telefonista fica atende uma conhecida editora e não consegue esconder a empolgação. Até porque não é todo dia que uma pessoa que editou obras de autores como Augusto Cury, Erico Veríssimo, Hilda Hilst, María Adelaide Amaral, Mary del Priore, Paulo Coelho e Rubem Alves liga para a agência literária.
— Agência Literária, boa tarde.
— Por favor, a agente está?
— Quem gostaria?
— A Ota.
— Ota! A que editou vários autores importantes. Será que consigo falar de alguns em ordem alfabética? Vou tentar: Ana Claudia Ramos, André Neves, Augusto Cury, Claudia Matarazzo, Edy Lima, Erico Veríssimo, Federico Moccia, Ferréz, Hilda Hilst, J L Borges, Luciana Savaget, Manoel de Barros, María Adelaide Amaral, Mary del Priore, Paulo Coelho, Percival de Souza, Ricky Martin e Rubem Alves. Acertei?
— Sim. Mas a agente…
— Que honra falar com a senhora! Por favor, conta para mim como é trabalhar com tantos autores tão importantes.
— Conto sim. Um dia você faz um café e gole a gole vou contando.
— O café já está pronto, pode vir. Passaria o dia todo ouvindo suas histórias.
— Obrigada, mas pode passar para agente?
— Claro. Agente, a Ota.
— Ota, que bom falar com você.
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