Apanhadão: ‘Tributar livros revela a estreita mentalidade dos que o propõem’, avalia ex-secretário da Receita
E mais: as editoras novatas Luna Parque e Fósforo se unem para criar um clube de assinatura de poesia e o prelo das editoras
A coluna de Ancelmo Gois, d’O Globo, reproduziu o artigo de Everardo Maciel, ex-secretário da Receita, com sua opinião sobre a tributação dos livros. “Estamos vivendo um momento sombrio na história da tributação brasileira para o qual concorrem agendas ocultas, desinformações, ressentimentos, referências espúrias, projeções fantasiosas, interesses dissimulados, inconstitucionalidades flagrantes etc. Tudo isso embutido em projetos de ‘reforma tributária’, assim designados para atrair a simpatia dos incautos”, analisa ele, terminando sua fala com a constatação: “Como se sabe que tributar livros é irrelevante em termos arrecadatórios, essa malsinada ideia apenas revela a estreita mentalidade dos que a propõem. O que pode ser revertido pela leitura… de um bom livro.”
A coluna Painel das Letras divulgou que as editoras novatas Luna Parque, de 2015, e Fósforo, deste ano, se uniram para criar um clube de assinatura de poesia. Ainda sem data confirmada para começar e sem nome, o clube pretende lançar nove títulos por ano, que chegarão aos assinantes antes de serem lançados nas livrarias. Entre os livros confirmados, o inédito Paterson, do americano William Carlos Williams, e um título de Jean-Luc Godard.
No prelo das editoras, a coluna informou que a Intrínseca adquiriu os direitos de Los Vencejos, o novo livro do espanhol Fernando Aramburu, que sai em agosto por lá. A DBA publica em agosto seu primeiro título de uma brasileira. Uma mulher sem ambição é o quarto romance da roteirista Sabina Anzuategui. A Companhia das Letras prepara para setembro a Vida desinteressante – Fragmentos de memória, de Victor Heringer e a obra Ao amigo que não me salvou a vida, de Hervé Guibert, volta às livrarias no ano que vem pela Todavia.
Na coluna da Babel, mais prelo: a Faro adquiriu os direitos de The unhoneymooners, romance de Cristina Lauren que vai virar filme. E Nara Vidal prepara Shakespearianas: As mulheres de Shakespeare, previsto pela relicário para 2022.
O Estadão fez uma análise sobre a obra A vida dos outros e a minha, de Claudia Cavalcanti. O livro mostra a vida de uma estudante brasileira no Leste Europeu, anos antes da queda do Muro de Berlim.
O jornal também publicou artigo de Juliano Costa, vice-presidente de Produtos Educacionais para América Latina da Pearson, intitulado “Uma Biblioteca de Alexandria em cada smartphone”.
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