Como e por que o homem vive mais
Em 'Longevidade', Steven Johnson tenta explicar por que hoje as pessoas têm, em média, 20 mil dias a mais de expectativa de vida do que tiveram no passado
O norte-americano Steven Johnson é autor de 13 livros que misturam ciência, tecnologia e experiências de comportamento. Seu trabalho mais recente é Longevidade: uma breve história de como e por que vivemos mais (Zahar, 344 pp, R$ 55,90, Trad.: Claudio Carina). Ele busca as explicações para justificar o fato que o homem tem hoje, em média, 20 mil dias a mais de vida do que já apresentou no passado. Johnson investiga a participação das descobertas médicas, das instituições de saúde pública e o desenvolvimento do método científico nesse crescimento de expectativa de vida. Seu desafio é quantificar a influência da invenção das vacinas e dos antibióticos ou o uso de cinto de segurança nos carros e máquinas industriais na obtenção desse maior tempo de vida a ser desfrutado pelo homem. Entre os admiradores do escritor há uma celebridade mundial: “Steven Johnson não nos deixa esquecer do papel da ciência moderna em transformar fundamentalmente as nossas vidas”, disse Barack Obama.
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