Penalux quer ultrapassar 1.500 títulos publicados em 2023
A editora, que completa sua primeira década de atuação em 2022, abriu uma chamada para originais a serem publicados ainda no primeiro semestre do ano que vem
A editora Penalux completa 10 anos no mercado editorial, e quer crescer mais. Consolidando sua atuação no cenário independente do mercado editorial, tem como objetivo ultrapassar, em 2023, 1.500 títulos publicados. Até o final de 2022, a ideia é atingir 150 obras publicadas no ano.
Para isso, a editora está com chamada aberta para envio de originais, dando preferência a romances, crônicas, poesia e contos. As obras selecionadas serão publicadas ainda no primeiro semestre de 2023. Originalidade, inventividade, propriedade e certo domínio sobre a arte de escrever são os principais critérios de avaliação dos originais. O contato para envio é por e-mail (originais@editorapenalux.com.br e penaluxeditora@gmail.com). Em resposta, a editora mandará um documento explicando seu modelo de publicação. O prazo de envio termina em dezembro de 2022.
A Penalux surgiu em 2012, com a proposta inicial de investir em novos autores nacionais. Nesta trajetória, a editora adquiriu visibilidade em alguns prêmios literários do país, como o Oceanos e o Jabuti, os quais teve seus autores entre semifinalistas e finalistas. Alguns dos nomes publicados pela casa são a escritora Maria Valéria Rezende, os poetas Antonio Carlos Secchin e Antonio Cicero, e o escritor Ricardo Ramos Filho, neto de Graciliano Ramos.
A editora possui seis selos: o Lustre, dedicado a trabalhos acadêmicos relacionados à literatura (biografia de autores, ensaios, pesquisas, teses, etc.); o Castiçal, dedicado a trabalhos ficcionais em prosa: contos, crônicas, romance; o Microlux, voltado para micronarrativas; o Candeeiro, dedicado à poesia; o Lampejos, para autores estreantes e livros de autores em formação; e o Auroras, voltado exclusivamente a mulheres e comandado pela escritora e editora Dani Costa Russo.
Autores estreantes aos mais experientes compõem a história da Penalux, tocada pelos editores e escritores Tonho França e Wilson Gorj. Seu catálogo tem entre os principais títulos os livros de poemas “Maví”, do imortal da Associação Brasileira de Letras, Marco Lucchesi; “Vozes de mulher – Embates e contrastes”, de Marília Marcucci, obra selecionada pelo Edital ProAc/SP de 2022; e “Tubos de ensaio”, do poeta Igor Fagundes, vencedor do Prêmio Ferreira Gullar 2022 promovido pela União Brasileira de Escritores (UBE) do Rio de Janeiro.
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