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A não-monogamia em cena

20 de junho de 2023
1 min de leitura

Antonio Cerdeira Pilão publica 'Infinitos amores', sobre as novas dinâmicas dos relacionamentos afetivos e sexuais

A transformação das sociedades, muitas vezes, é marcada pela quebra de paradigmas que atribuem a certos comportamentos sexuais e amorosos a ideia de “pecado”, “erro”, “patologia” e “desvio”. A monogamia é uma dessas normas que tem sido mais intensamente questionadas nos últimos anos, de modo que muitas pessoas e casais têm optado por relacionamentos sem exclusividade afetiva e/ou sexual. “Poliamor” é uma palavra que se refere à possibilidade de estabelecer relações afetivas e sexuais com mais de uma pessoa ao mesmo tempo com a concordância de todos os envolvidos. Infinitos Amores (Telha, 162 pp, R$ 57), de Antonio Cerdeira Pilão, mostra como, de 2004 para cá, passamos a olhar com menos estranheza e maior naturalidade para essa forma de vivenciar “afetos plurais”. Assim, a obra tem como objetivo analisar as ideias e as práticas amorosas, sexuais e de gênero de poliamoristas brasileiros.

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Beatriz Sardinha

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