Os robôs e o ChatGPT vão dominar tudo?
Em sua coluna desta semana nas redes sociais do PublishNews, a jornalista Tatiany Leite entra no assunto da inteligência artificial
Em sua coluna desta semana nas redes sociais do PublishNews, a jornalista Tatiany Leite entra no assunto da inteligência artificial, a partir da notícia do apoio da Federation of European Publishers (FEP) (Federação de Editores Europeus) à elaboração e votação do Artificial Intelligence (AI) Act no Parlamento Europeu. O ato marca a primeira tentativa global para definir uma legislação para o funcionamento da tecnologia, numa tentativa de garantir que ela possa se desenvolver sem causar danos à sociedade.
Ao relacionar o assunto à criação de robôs e relembrar outras revoluções tecnológicas, a colunista lembra que a preocupação com a possibilidade de máquinas tomarem postos de trabalho não é exatemente uma novidade. “Quando as máquinas começaram a fazer algum tipo de trabalho manual, as pessoas começaram a se sentir afetadas até no ego, como se elas tivessem perdendo não só a possibilidade do ganha-pão, mas também as suas próprias identidades”, comentou. “Isso sem contar do medo de as máquinas passarem a matar as pessoas”.
Ela destacou para a discussão o livro Eu, robô (Aleph), de Isaac Asimov. Marco na história da ficção científica, Eu, robô reúne os primeiros textos de Isaac Asimov sobre robôs, publicados entre 1940 e 1950. São nove contos que relatam a evolução dos autômatos através do tempo, e que contêm em suas páginas, pela primeira vez, as célebres Três Leis da Robótica: os princípios que regem o comportamento dos robôs e que mudaram definitivamente a percepção que se tem sobre eles na literatura e na própria ciência.
Assista à coluna na íntegra:
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta
