Apanhadão: Flip tem chance de erradicar estereótipos sobre Pagu
Veja as notícias da semana relacionadas ao mundo do livro e do mercado editorial publicadas pelos principais jornais do Brasil
Na Folha de S. Paulo, Ludimila Moreira escreveu sobre a possibilidade da Flip erradicar estereótipos em torno da autora homenageada do evento em 2023, Patrícia Rehder Galvão, a Pagu. O texto mostra como, dentro de um anseio em torno da construção de um novo ícone feminista, a escritora teria sua imagem reduzida.
No Estado de S. Paulo, a notícia de que o autor Mario Vargas Llosa, de 87 anos, se recupera da Covid-19 após internação em Madri. A informação da melhora no quadro foi dada pelo filho do autor. O escritor, laureado com o Prêmio Nobel de Literatura em 2010, residente na capital espanhola, deu entrada no hospital no sábado, 30, depois de contrair esta doença pela segunda vez em quinze meses – a primeira havia sido em abril de 2022.
O Estadão também falou sobre a abertura da loja Aigo Livros, a nova livraria no Bom Retiro, em São Paulo, com literatura coreana e de outras comunidades imigrantes de SP.
O portal OPTclean noticiou sobre as opções disponíveis e os melhores dispositivos “e-readers” disponíveis para os usuários lerem livros digitais. O e-reader, também conhecido como leitor de livro digital, é um dispositivo eletrônico projetado especificamente para leitura de livros, revistas e quadrinhos.
O Globo falou do relançamento da obra de Bukowski com olhar feminino e uma revisão crítica na era pós #MeToo. Também n’Globo, a notícia do processo de escritores contra a empresa criadora do ChatGPT por treinarem máquinas com seus livros sem autorização.
Ainda no contexto da despedida de Zé Celso, o jornal informa que o artista deixa livro sobre Teatro Oficina e adaptação de ‘A queda do céu’ em aberto. Zé Celso, dramaturgo, diretor e ator, morreu aos 86 anos, na última quinta-feira (06).
O Metrópoles fez uma matéria sobre o ‘vai e vem’ por trás do fechamento e da reabertura da Livraria Cultura, no Conjunto Nacional, em São Paulo. As sucessivas decisões judiciais sobre a falência da icônica loja aberta no fim dos anos 1960 causaram intensa repercussão. “Fontes ligadas à recuperação judicial afirmam, sob reserva, que o “abre e fecha” deve durar pouco, em razão do completo descontrole das contas que ficou evidenciado durante o processo que se arrastou por cinco anos, até a decretação da falência pela Justiça de São Paulo”, diz a matéria.
O The Guardian entrevistou o ganhador do Pulitzer Hernan Diaz, que teve seu livro publicado no Brasil como Confiança (Instrínseca).
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