As descobertas da medicina e o novo corpo humano
Na sequência de 'O imperador de todos os males' e 'O gene', Siddhartha Mukherjee investiga a unidade elementar que compõe todos os organismos e oferece uma reflexão sobre o que significa ser humano
Esta é a história da célula, a partícula que está no centro da vida e que se acumula e se organiza para possibilitar funções que vão da imunidade à reprodução. É a história do que acontece quando essas estruturas se tornam disfuncionais e prejudicam o próprio corpo, resultando em moléstias dos mais variados tipos ― fratura de quadril, parada cardíaca, Alzheimer, aids, pneumonia, câncer de pulmão, insuficiência renal e artrite. E de como a compreensão do funcionamento celular ― e a manipulação dessas estruturas microscópicas ― significou uma revolução para a medicina. Em A canção da célula (Companhia das Letras, 552 pp, R$ 104,90 – Trad.: Berilo Vargas), Siddhartha Mukherjee combina a história das descobertas científicas, relatos de pacientes e a própria experiência como médico para investigar o que é microscópico como a célula e amplo como as grandes questões que nos afligem. Segundo o Oprah Daily, “A canção da célula combina pesquisa de ponta, conhecimento científico impecável, jornalismo destemido e prosa deslumbrante em um estudo enciclopédico que parece um romance impossível de parar de ler.”
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