Entre ponteiros e eclipses
Autora Laís Napoli apresenta um mundo de criaturas mágicas e um relacionamento improvável em 'Ponteiros e eclipses'
Anos atrás, o Oráculo de Ghunza as amaldiçoou, e agora a tímida Lefertahri deve viver nas sombras do governo para continuar próxima à família. Seu meticuloso disfarce, entretanto, está prestes a ruir com a chegada de um novo desafio à cidade: Alanis, a Dragão inconsequente que não está disposta a ir embora por um capricho da Banshee. Contrastes vivos e condenadas ao encontro apenas durante os poucos eclipses daquela terra – quando ambas estão na forma humana –, elas passam a debater sobre quem tem o direito de permanecer em Évia. Porém, em meio às discussões, um sentimento inesperado floresce. Arrebatadas pelo improvável desejo de estarem juntas, Lefertahri e Alanis enfrentarão criaturas mágicas, um vulcão em erupção e uma dança macabra até a morte enquanto esquivam-se das garras das autoridades. Em Ponteiros e eclipses (Qualis, 363 pp, R$ 65) ameaça mais perigosa, contudo, reside dentro de cada uma delas e nas lembranças que as atormentam. Será o amor capaz de mantê-las juntas ou os fantasmas do passado serão um obstáculo ainda maior que suas maldições?
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