Clássico de John Steinbeck com nova tradução de Caetano W. Galindo
'Ratos e homens' é um dos mais aclamados textos do vencedor do Novel de Literatura
George e Lennie são uma dupla improvável. Em Ratos e homens (Record, 204 pp, R$ 64,90, traduzido por Caetano W. Galindo), eles construíram uma família, apesar da solidão e da alienação. Trabalhadores braçais dos campos poeirentos da Califórnia, eles se viram como podem, com uma mão na frente e outra atrás. Mas George e Lennie têm um plano: serem donos de uns alqueires de terra e de uma choupana que possam chamar de sua. Ainda que a impotência da classe trabalhadora seja um tema recorrente na obra de John Steinbeck do fim da década de 1930, ele estreita o foco ao escrever Ratos e homens — cujo título toma emprestado de um verso do poema To a mouse, de Robert Burns (1759-1796) —, criando o retrato íntimo de dois homens que encaram um mundo marcado por tirania mesquinha, mal-entendidos, inveja e indiferença.
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