Publicidade
Voltar CLIPPING

O desejo de fazer São Paulo um estado de leitores

12 de janeiro de 2003
2 min de leitura

Um livro de Monteiro Lobato folheado aos seis anos de idade e uma biblioteca caseira com 4,5 mil títulos fizeram de Cláudia Costin, 46 anos, uma obstinada pela leitura. Sem experiência na área, assumiu a Secretaria Estadual de Cultura com uma idéia fixa: “Quero fazer de São Paulo um estado de leitores.” Logo de início, diz que vai priorizar programas como Fabricando Cultura, São Paulo de Todos os Povos e Projeto Guri, confiante de que poderá conter a migração de menores para a criminalidade. Casada com um analista de sistemas, cinco filhos, Cláudia tem no vasto currículo a gerência do Setor Público e Combate à Pobreza para a América Latina do Banco Mundial. “Quero transformar São Paulo em um estado de leitores. Quem não lê não tem discernimento, não tem poder de crítica. Apenas 26% dos adultos são capazes de ler e entender um livro, é um absurdo. É por isso que estamos nos saindo muito mal em algumas áreas. São necessários programas de incentivo à leitura em todas as faixas etárias. Primeiro é preciso fazer com que os professores passem a gostar de ler para que estimulem seus alunos. Depois temos de estudar, junto à secretaria de Educação, uma alteração no currículo escolar para que os livros sejam mais adequados à faixa etária dos estudantes”, declarou a nova secretária em entrevista ao Jornal da Tarde. Clique no título da matéria e leia na íntegra a entrevista com Cláudia Costin.

Compartilhar:

Leia Também

Gostou deste conteúdo?

Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email

Toda segunda e quinta
Publicidade